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05/11/2019 - 17h06Júri de acusados de crimes no Barreiro será nesta quartaPoliciais militares são acusados de assassinar um mecânico e tentar matar sua mulher

Júri dos policiais entrou na pauta de 23/08/19 mas foi adiado a pedido das defesas, após inclusão de novos documentos Está marcado para esta quarta-feira (6/11) o júri dos policiais militares D.F.A.P., A.W.M. e H.B.P.B., acusados de matar o mecânico Filipe Sales e de tentativa de homicídio contra sua mulher, a agente policial F.A.S. O julgamento será presidido pela juíza Myrna Fabiana Monteiro Silva, do 3º Tribunal do Júri, no Auditório do 1º Tribunal do Júri, às 9h15, no Fórum Lafayette. O crime ocorreu em 28 de abril de 2015, na região do Barreiro, em Belo Horizonte, em trecho da Ferrovia Centro-Atlântica, sobre o pontilhão do local conhecido como “Rola Moça”. Segundo a denúncia, os acusados efetuavam disparos de arma de fogo em via pública e nas adjacências de lugar habitado, o que chamou a atenção das vítimas, que foram verificar o que ocorria. Com o objetivo de assegurar a impunidade do crime que estavam cometendo, os policiais resolveram matar o mecânico e sua companheira. Cena do crime O MP ainda aponta que os acusados D.F.A.P. e A.W.M. retiraram da cena do crime as armas de fogo até então em poder da policial civil e seu marido, com o fim de induzir o perito a erro. Por esse motivo, ambos respondem, ainda, por fraude processual. O laudo de microcomparação balística juntado aos autos concluiu que os projéteis retirados do corpo da vítima Filipe Sales saíram das pistolas cujos números de série pertencem a esses policiais. Versões Durante a fase processual, os réus apresentaram diferentes versões. Afirmaram que uma das vítimas apontava arma e teria se dirigido a eles, chamando-os; que estavam no local para descartar uma munição com prazo de validade vencido e também para “praticar tiro”. Os réus estão presos há mais de quatro anos, com exceção de D.F.A.P. Este teve a prisão relaxada em 23 de agosto de 2019, em razão de excesso de prazo, e está com tornozeleira eletrônica. Atua pela defesa do réu D.F.A.P. o advogado Lúcio Adolfo; pela defesa de A.W.M., a advogada Cristiane Marra; e pela de H.B.P.B., a advogada Mirtes Costa. Pela acusação, atuam o promotor Abelardo Guimarães de Castro e o assistente Amílton César Santos. Processo nº 002415119773-8.
05/11/2019 (00:00)
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